A contemplação de um rosto,
de uma expressão,
de um desejo,
A incansável vontade de descobrir
o mistério envolvente
da beleza visível,
o encanto do desconhecido
aparentemente inatingível,
supremo,
divino,
magnífico!...
Uma palavra,
um gesto,
o tempo,
a destruição de nós próprios,
a mutação inevitável,
a revelação constante,
a ausência presente do Amor
esvaído por entre os minutos gastos da vida.
A Morte instantânea, simples
e definitiva?
O vazio,
a dor da perda,
a impotência.
Fim?
domingo, 18 de março de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário