Os restos mortais
de um sorriso,
de um olhar,
de um beijo,
de um gesto,
de uma palavra,
de um desejo,
de um segredo,
de um segundo mágico
em que tudo se contrói
e se destrói.
Como a ilusão
de um pássaro que renasce
e nos enfeitiça,
nos deixa sonhar
e continuar a viver;
como uma brisa leve
que nos acaricia o rosto
e nos faz voar
até à eternidade desse instante
em que tudo deixa de existir...
E a realidade não passa de um sonho.
E a vida...
a vida
é a actriz principal
num conto
sem narrador.
domingo, 18 de março de 2007
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário