As teclas frias congelam-me a alma
como as palavras desgarradas de sentimento,
os verbos desferindo lágrimas do meu peito,
a humilhação desnecessária
pela procura da afirmação
de um poder surreal
transmitido pela desacreditação
de capacidades dos demais
e pela ascenção manipulada
de capacidades reais,
subjogadas a opiniões "divinas",
a sublime indecência
de pisar um insecto...
quarta-feira, 4 de abril de 2007
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