A minha alma está Morta!
Despi o capote de lã
e a ferida abriu-se.
A cada segundo
escorre uma gota de sangue do coração...
A linha do horizonte escureceu!
O gelo que envolvia esta Terra quebrou-se,
deixando entrever-se
a noite
azul-escura e fria...
Rói-te dia! Corrói-te!
Que te vi ir...
Nem me olhaste
e foste-te!
Dia Negro,
Como aquele em que me lembro de mim...
Abertos os olhos
vai-se a ilusão
e ficas tu,
Morte
e Esperança de um novo começo!
Réstia
da vida que um dia foste,
pequeno rastilho
aguardando a chama...
Como aquela carta
que me esperava quando cheguei...
Luz de um final de dia
Calor de um inicio
daquilo que eu quiser!
O ciclo segue
e a Morte é certa!
quarta-feira, 19 de dezembro de 2007
domingo, 2 de dezembro de 2007
Calma
Hey!
Serás Tu?
Desapego, confusão,
solidão,...
Necessidade de ter ou paixão?
Descoberta,
desejo do corpo,
das palavras,
de uma história nova,
de novas afinidades...
E porquê a inércia
de uma bola de pingue-pongue?
E sempre o rosto,
o olhar e o som,
o anseio pelo toque,
pelo sabor...
o conforto do carinho latente,
a Esperança de que o vazio se vá
e, mesmo que por instantes,
me sinta completa!
Estupidamente,
um sorriso preenche-me o rosto!...
Serás Tu?
Desapego, confusão,
solidão,...
Necessidade de ter ou paixão?
Descoberta,
desejo do corpo,
das palavras,
de uma história nova,
de novas afinidades...
E porquê a inércia
de uma bola de pingue-pongue?
E sempre o rosto,
o olhar e o som,
o anseio pelo toque,
pelo sabor...
o conforto do carinho latente,
a Esperança de que o vazio se vá
e, mesmo que por instantes,
me sinta completa!
Estupidamente,
um sorriso preenche-me o rosto!...
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