terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Esperança

Um deserto de sensações,
Um turbilhão de pequenos grãos de areia
que se levantam,
Irados!
E me afogam em seu seio.

Coberta, quente, inerte!
Aqui permaneço,
Vazia,
Repleta de memórias,
momentos, instantes,
pequenos “nadas” de energia
desfeitos!

O transporte partiu!
Sem mim…

Possuir?!
A efémera sensação,
A volúpia disfarçada
em cada gesto,
O negro manto que nos protege,
deixando-nos à mercê
da permanente impermanência
que nos acompanha
em cada dia,
silenciosa e impiedosa!

O doce sabor de tudo o que é incerto
abriga os pensamentos
e a certeza
de que amanhã
não voltarei aqui!
Onde a mancha
se desfaz,
impregando-se em tudo,
esgueirando-se
até à próxima estação…

Um comentário:

Anônimo disse...

[º_º] axo q stah forte.

[._.] stah, e aliviha..

[-_-] hummm

bjs
xplovesiv
[._.]